Psicopretas Vol. 1: Letra traducida en Español y original - Narceja Produções

La Letra y la Traducción al Español de Psicopretas Vol. 1 - Narceja Produções
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Psicopretas Vol. 1
Letra de Narceja Produções

'On the other hand
Because of the way the society is organized
Because of the violence that exists on the surface everywhere
You have to expect that there are going to be such explosions
You have to expect things like that as reactions'


E nem dobrada sua cartela passa pela minha guela
Cê nem sabe que na minha veia tem sangue de Tereza Benguela
Pra nós é muita treta ver uma preta contra outra preta
Destruindo nossa luta, um branco inventa e 'ceis aceita?!
E 'parda' é uma porra, respeita a minha história!
Fiscal de melanina, nem vem que não faz glória
Rainhas coroadas de corpo e mente blindada
Exu guia minha estrada, por Dandara abençoada
Da sua língua amaldiçoada, eu sigo forte e imune
Respeita a minha trilha, herdeira de Aqualtune
Me rotulam todo tempo, 'Ei, de que cor é você?'
Sai da cola do meu sangue e vai cobrar os WP
Sistah Chilli é bruta e brava, não me abafa ou vai ter
Rola bosta de Internet nóis frita é no dendê
Militância fajuta de internet ou de tv
Que desmerece meu passado sem saber meu proceder


Nesse mundo há quem só assista
Outros disseminam os planos dos fascistas
Sabe que a meta deles é criar mais um discurso pra você virar estatística
Na mira da polícia
Se não há forma de tomarmos a política
Então tornamos essas peles mistas
Hereditária as maneiras de criarem vítimas
Na mira da polícia
A culpa não é de quem é preto ou de pele mais parda
A branquitude é que torna a labuta bruta e falha
Tá cego com ego então segue o rebanho
E não quem tá na batalha
Fica botando fogo em palha, criando novas muralhas
Façamos novos quilombos, não novelas de velhas senzalas
Fica botando fogo em palha, criando novas muralhas
Façamos novos quilombos, não novelas de velhas senzalas
Mazelas, choros e velas, somos todos sequelas
Não pensamos, não sonhamos como Nelson Mandela
Sonhou um dia em que todos se levantarão e compreenderão
Que somos feito pra vivermos como irmãos
Será que a luta foi em vão?
Mazelas, choros e velas, somos todos sequelas
Não pensamos, não sonhamos como Nelson Mandela

Quem me viu naquela estrada?
Me diz, quem me viu naquela encruzilhada?
Quando não era moda ser preta de quebrada
Quer julgar minha história, não sabe minha caminhada
Na mira da espingarda de algum escravocrata
Sei que não fui aceita, fui tolerada
Me camuflava nos teus espaços
Alisando o cacho
Fiz mó embaraço
Na angústia do passo
Que não encontrava par no salão
Tem dia que ainda tô sozinha naquele salão
Mas não tem dia que me falte o pé no chão
Pra me fazer solitude nessa solidão
Nesse chão me firmei, deixei a gira girar
Quando o cabelo eu armei
Vi branquin com as mão pro ar
Tem quem quer dividir, mas vim multiplicar
Todo ouro pra mulher preta
Tem quem quer dividir, mas vim multiplicar
Todo ouro pra mulher preta
Tem quem quer dividir, mas vim multiplicar
Todo ouro pra nóis
Todo ouro pra nóis

Me refaço a cada passo, desfaço nó e crio laço
Ao embaraço do meu black, mic in check, faço as track
No boombap ou trap, é o rap independente do CEP!
Nóis se fortalece e pé de breque não se cresce
Que as mina preta é mó treta, acima de festa de carnaval
Eu nem manjo sambar, é só rodo nos puto e 155 nos boy
Com a Donato nos bate, não fujo do embate
Moscou, é xeque-mate
Observa o contraste, diversidade de tom

Não tá bom? Foda-se, não pedi sua opinião
Enfia no cu sua religião
Axé pras mana e pros irmão
Minha cultura não cabe na sua compreensão
Em mim, se tocar perde a mão
Projeto Preto em ação, além da expressão
É auto-afirmação de vida a cada batida
O beat é atabaque, traz o conhaque, salve ao santo!
As quizila eu espanto, minhas prece vem em canto
Caio, levanto, me adianto! Respeite, portanto!
Pra cada referência morta, nasce um gueto incendiário, Subvertendo estereótipo e sendo preto visionário
Cê tenta apagar, mas nossa história tá no sangue
Os ancestral ilumina e faz com que os caminho deslanche


Disse que não curte rap de mina e que nenhuma presta
Vou me trancar no quarto, chorar
Rasgar minhas rimas, é o que me resta
Tá cheio de bandidão, Nelson Rubens de Internet
Sua mãe trocando suas fraldas
Eu nas ruas fazendo rap
Xiu, baixa a guarda, moleque
Respeita quem abriu os caminhos, fez história
Eu já rimei com os mais foda da leste, e agora
Tá tendo até fã de fascista nessa porra
Se nóis não fizer a limpeza, vira purgueiro, uma zorra
Nunca passou veneno na madrugada sereno
Revolucionária de triplex é a nova moda, vai veno
Hoje em dia é fácil dizer que esse som é a sua raiz
Tá chovendo Sinhá fazendo rap
Nem sabe o que diz
Vim da legião das preta raiz
Não aquelas que só é quando condiz
Tá facin' falar que tava lá
Mas nunca fui de trombar
Nas ruas de terra, nos palco de madeira
Respeita o terreiro, a herança inteira
Preta de quebrada é Maria Eduarda
É Cláudia arrastada
Luana que teve sua vida arrancada por nada
É o levante de quem cansou de ser tirada
Minhas palavras são cortes de espada afiada
Voltei, tipo refazenda
Refazendo tudo
Deixo minha rima de oferenda
Voz, microfone de escudo
Vim pra afrontar
Continuar a história, entenda
Prometi que vou fazer meu nome virar lenda

'Mulher negra brasileira'
'Mulher de atitude', 'vou driblando o preconceito'
'Tenho fama de neguinha barraqueira'
'Ser preto agora é moda, aplaudem e acham que é '


Descem escadas depois sobem ladeiras
Cruzam fronteiras entre bairros, ignoram as trincheiras
Sobrevivência acham várias maneiras
Sinal da cruz e atravessam a estrada de várias maneiras
Maloqueiras enfrentam diversas barreiras
A cor da pele influi, com isso ouve besteiras
Do tipo neguinha, fedida, vulgo barraqueira
Mas o barraco é que defende aqui a nossa bandeira
Cultural, social, ancestral, musical
Na luta que as pretas fazem sua carreira
Descem a madeira pra viver no estado racional
Não queremos gorjeta, vamos autodidatas
Damos nó em pingo d'água, não vai mamar na teta
Somos a treta, homens psicopatas ficam em choque quando trombam uma psicopreta


Psicopreta
'Todo ouro pra nós'
'Rainhas coroadas'
'Resistance in the classrooms
Resistance on the job
Resistance in our art and in our music
This is just the beginning
And in the words of the inimitable Ella Baker:
'We who believe in freedom cannot rest until it comes''

Psicopretas Vol. 1
Traducción de Narceja Produções en Español

'Por otro lado
Por la forma en que la sociedad está organizada
Por la violencia que existe en la superficie en todas partes
Tienes que esperar que haya tales explosiones
Tienes que esperar cosas así como reacciones '


Y ni siquiera tu tarjeta se dobla sobre mi canalón
Ni siquiera sabes que en mi vena hay sangre de Tereza Benguela
Para nosotros es un montón de gilipolleces ver a un negro contra otro negro
Destruyendo nuestra pelea, un blanco inventa y '¡¿aceptas?!
¡Y' parda 'es un carajo, respeta mi historia!
Inspector de melanina, ni siquiera viene que no haga gloria
Reinas coronadas de cuerpo y mente acorazada
Exu guía mi camino, por la bendita Dandara
De tu lengua maldita, sigo fuerte e inmune
Respeta mi rastro, heredera de Aqualtune
Me etiquetan todo el tiempo, 'Oye, ¿de qué color eres?'
Sal del pegamento de mi sangre y ve a cargar el WP
Sistah Chilli es brutal y enojado, no me ahogues o habrá
Internet mierda alrededor de nosotros f rita está en palma aceitera
Falsificación de militancia en internet o tv
Que menosprecia mi pasado sin saber cómo proceder


En este mundo hay quienes solo miran
Otros difundir los planes de los fascistas
Sabes que su objetivo es crear otro discurso para que te conviertas en una estadística
En la mira de la policía
Si no hay forma de tomar la política
Entonces hacemos estas pieles mixtas
Formas hereditarias de crear víctimas
En la mira de la policía
No es culpa de los que son negros o de piel morena
La blancura es lo que hace que el trabajo sea asqueroso y falla
¿Estás ciego con el ego y luego sigue al rebaño
Y no quién está en batalla
Sigue quemando paja, creando nuevos muros
Hagamos nuevos quilombos, no telenovelas de viejos barrios de esclavos
Prende fuego a la paja, creando nuevos muros
Hagamos nuevos quilombos, no telenovelas de viejos barrios de esclavos
Mazelas, llantos y velas, todos somos secuelas
No pensamos, no soñamos como Nelson Mandela
Soñé con un día en el que todos se levantarán y entenderán
Lo que estamos hechos para vivir como hermanos
¿La lucha fue en vano?
Mazelas, llantos y velas, todos somos secuelas
No pensamos, no soñamos como Nelson Mandela

¿Quién me vio en ese camino?
Dime, ¿quién me vio en ese cruce de caminos?
Cuando no estaba de moda estar quebrado negro
Quieres juzgar mi historia, no conoces mi andar
Al ver la escopeta de rifle de un esclavo
Sé que no me aceptaron, me toleraron
Me camuflé en tus espacios
Alisándome el rizo
Hice un poco de vergüenza
En la angustia del paso
No pude encontrar pareja en la habitación
Hay días en los que todavía estoy sola en esa habitación

Pero no hay día en que extrañe mis pies
Para mí hacer soledad en esa soledad
En este suelo me paré, dejé girar el giro
Cuando me puse el pelo
Vi a branquin con las manos en el aire
Alguien quiere compartir, pero vine a multiplicar
Todo oro para mujeres negras
Algunas personas quieren compartir, pero vine a multiplicar
Todo oro pr la mujer negra
Alguien quiere compartir, pero yo vine a multiplicar
Todo el oro para nosotros
Todo el oro para nosotros

Me rehago a cada paso, deshago el nudo y creo un lazo
Ante la vergüenza de mi micrófono negro, hago las pistas
¡En el boombap o trap, es el rap independiente del CEP!
Nóis se fortalece y los pies brecos no crecen
Que la mina negra es una gilipollez, encima de una fiesta de carnaval
No sé ni bailar, es solo una escobilla de goma para nosotros y 155 para nosotros
Donato nos pega, yo no huyo de la pelea
Moscú, jaque mate
Mira el contraste, la diversidad de tono
¿No es bueno? Joder, no pedí tu opinión
Métete tu religión en el culo
Axé por maná y por hermanos
Mi cultura no encaja en tu comprensión
En mí, si tocas pierdes la mano
Black Project en acción, más allá de la expresión
Es la autoafirmación de la vida con cada latido
¡El latido es atabaque, trae el brandy, salva al santo!
La quizila me asombra , mis oraciones vienen en canto
Caigo, me levanto, sigo adelante! ¡Respeto, pues!
Por cada referencia muerta, nace un gueto incendiario, Subvirtiendo estereotipo y siendo un negro visionario
Intentas borrarlo, pero nuestra historia está en la sangre
Los ancestros iluminan y hacen el en camino


Dije que no me gusta mi rap y no es bueno
Me encerraré en mi cuarto, lloraré
Romper mis rimas, eso es lo que me queda
Está lleno de bandidos, Nelson Rubens de Internet
Tu madre le cambia los pañales
Yo en las calles rapeando
Xiu, baja la guardia, niño
Respeta a los que abrieron los caminos , hizo historia
Ya he rimado con los tipos más increíbles del este, y ahora
Incluso hay un fanático de los fascistas en esta mierda
Si no hacemos la limpieza, se convierte en un purgador, un muñeco
Veneno nunca pasó en el sereno amanecer
Triplex revolucionario es la nueva moda, vendrá
Hoy en día es fácil decir que este sonido es su raíz
Está lloviendo Sinhá rapeando
Ni siquiera sabes lo que dice
Vengo de la legión de raíces negras
No de los que Solo cuando se ajusta
T

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CREDITOS

La canción "Psicopretas Vol. 1" fue escrita por Anarka, Bia Doxum, Sistah Chilli, Danna Lisboa, Cris SNJ e Dory de Oliveira. ¿Te gusta la canción? Apoya a los autores y sus etiquetas comprándolo.

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Psicopretas Vol. 1: letra traducida - Narceja Produções

Psicopretas Vol. 1

Os presentamos el texto y la traducción de Psicopretas Vol. 1, una nueva canción creada por Narceja Produções extraído por el álbum 'Cypher Psicopretas'

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